sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Até quando, mesmo?
O "até daqui a pouco" está mais pra "até nunca mais", pois nunca mais voltamos a postar aqui. Não por falta de histórias. Preguiça, talvez. Mas, quem sabe, voltaremos a postar em breve. Ou não.
quinta-feira, 14 de maio de 2009
Tirando as teias
Estou (estamos) um pouco em débito com o blog, reconheço. Mas as últimas semanas têm sido de trabalho intensivo para que possamos terminar nossas teses e entregá-las às faculdades para, depois, serem apresentadas e avaliadas.
Por isso, não temos viajado. A última vez que saímos de terras lusas foi em março, quando minha mãe veio nos visitar. Como tinha comentado, estivemos com ela em Paris. Não visitamos muitos lugares que ainda não tínhamos visitado (até por que a minha mãe era a razão de estarmos lá, e ela não conhecia nada).
Foi muito legal passar novamente por "todos" os pontos turísticos da cidade-luz, principalmente por que, dessa vez, a temperatura estava bem mais amena - bastante agradável, eu diria - do que quando estivemos lá no final de junho de 2008.
Aliás, a viagem transcorreu de forma absolutamente tranquila (volta, trema!) até que chegamos ao aeroporto Charles de Gaulle para tomarmos o avião de volta para o Porto. Lá fomos surpreendidos com a notícia de que o nosso voo (volta acento circunflexo!) tinha sido cancelado. Foi uma correria imensa para conseguirmos voltar para casa. Nos deram duas opções: reembolso ou troca para um outro voo.
Isso era uma quinta, e o próximo voo com vagas disponíveis era no domingo (dia que minha mãe retornaria para o Brasil!). Tentamos trocar para Lisboa, mas não adiantaria muito: só poderíamos voar no sábado. Depois de algumas pesquisas, telefonemas e um tanto de sorte (e também de muitas horas de experiência procurando passagens nos sites da Ryanair, EasyJet e outras), trocamos o voo para Madrid, onde passamos uma noite, e de lá voamos para o Porto. Acabou que minha mãe conheceu uma cidade (e um país) a mais nessa viagem que fez até aqui.
Bem, agora vou retornar à minha rotina de dedicação à tese. Se tudo correr bem (e há de correr), até o começo do mês que vem eu termino de escrever, e poderei me dedicar a preparar aquelas que, provavelmente serão as últimas viagens dessa nossa aventura europeia. O calendário já está definido. Em junho e julho temos, pela ordem: Praga, Munique, Dachau, Viena, Bratislava, Frankfurt, Girona, Barcelona, Montserrat, Genebra, Budapeste e Madrid. Depois, em setembro, Londres (de novo!) e Istambul. Ufa!
Abraços a todos!
Por isso, não temos viajado. A última vez que saímos de terras lusas foi em março, quando minha mãe veio nos visitar. Como tinha comentado, estivemos com ela em Paris. Não visitamos muitos lugares que ainda não tínhamos visitado (até por que a minha mãe era a razão de estarmos lá, e ela não conhecia nada).
Foi muito legal passar novamente por "todos" os pontos turísticos da cidade-luz, principalmente por que, dessa vez, a temperatura estava bem mais amena - bastante agradável, eu diria - do que quando estivemos lá no final de junho de 2008.
Aliás, a viagem transcorreu de forma absolutamente tranquila (volta, trema!) até que chegamos ao aeroporto Charles de Gaulle para tomarmos o avião de volta para o Porto. Lá fomos surpreendidos com a notícia de que o nosso voo (volta acento circunflexo!) tinha sido cancelado. Foi uma correria imensa para conseguirmos voltar para casa. Nos deram duas opções: reembolso ou troca para um outro voo.
Isso era uma quinta, e o próximo voo com vagas disponíveis era no domingo (dia que minha mãe retornaria para o Brasil!). Tentamos trocar para Lisboa, mas não adiantaria muito: só poderíamos voar no sábado. Depois de algumas pesquisas, telefonemas e um tanto de sorte (e também de muitas horas de experiência procurando passagens nos sites da Ryanair, EasyJet e outras), trocamos o voo para Madrid, onde passamos uma noite, e de lá voamos para o Porto. Acabou que minha mãe conheceu uma cidade (e um país) a mais nessa viagem que fez até aqui.
Bem, agora vou retornar à minha rotina de dedicação à tese. Se tudo correr bem (e há de correr), até o começo do mês que vem eu termino de escrever, e poderei me dedicar a preparar aquelas que, provavelmente serão as últimas viagens dessa nossa aventura europeia. O calendário já está definido. Em junho e julho temos, pela ordem: Praga, Munique, Dachau, Viena, Bratislava, Frankfurt, Girona, Barcelona, Montserrat, Genebra, Budapeste e Madrid. Depois, em setembro, Londres (de novo!) e Istambul. Ufa!
Abraços a todos!
domingo, 19 de abril de 2009
Culinária Grega
Nos quatro dias que ficamos em Atenas, comemos maravilhosamente bem por um preço muito baixo. A começar pelas rosquinhas gigantes. Não sei o nome disso, mas é mesmo tipo uma rosca gigante, em versões doce e salgada. Existem barraquinhas espalhadas por toda a cidade, e é comum ver pessoas andando com isso na mão, principalmente pela manhã. A doce custou €1,00, e parecia um Donut gigante. O paraíso na terra!! Mas isso é só um petisco...

O Doner Kebab etá presente em todos os lugares, desde restaurantes tradicionais, passando pela linha fast-food, até o sujinho da esquina. Kebab de carne de porco, de frango, novilho, no prato com batata frita e salada, no pão pita, ou como os souvlaki, a carne em pedaços feita no espeto ou no forno.

Kebab no pão, versão "sujinho"
O pão é um espetáculo à parte. Adorei o Kebab grego, mas o pão pita puro é irresistível. Aliás, as variedades de pão são muitas, e são muito bons. O melhor acompanhamento para o pão é o queijo feta, queijo nacional grego produzido com leite de ovelha e de cabra. O queijo também é servido em saladas ou como recheio de salgados, além de preparado em molhos e pratos que têm como base o próprio queijo. Provei dois tipos de salgados com queijo, os quais sou incapaz de repetir o nome, mas posso dizer que vale a pena experimentar.

Pão e queijo feta.
Mas o que a comida grega tem de barata, a bebida tem de absurdamente cara. Mas é uma questão de tradição: as pessoas costumam ir aos cafés para bater papo, e consomem uma bebida cada (o que por acaso nós fizemos), e por isso eles cobram caro por ela. Uma xícara pequena do tradicional café grago (que não é coado, o pó é misturado no café), custa €1,50, o mesmo tamanho que em Portugal custa de €0,30 a €0,50. Eu só provei o cafe grego, aquele pó todo não faz muito o meu estilo (a não ser que fosse para ler o futuro na borra de café, no fundo da xícara, hahaha). Mas o que vale a pena provar é o café gelado, o frappe. É nescafé batido com leite ou água e gelo, e custa em média €3,50. Parece um milkshake de nescafé, viciei nisso. Só estou esperando o verão dar o ar da graça em Portugal para que eu possa fazer minha versão caseira de frappe.

Felipe, eu e meu frappe, Flávia, nossa guia em Atenas, e seu café grego.
E pra finalizar esse post, uma foto de um resturante de Atenas devidamente caracterizado para o carnaval. Ah, sim, porque era carnaval.
domingo, 5 de abril de 2009
Αθήνα
Ok, eu admito, estou em dívida com o blog. Não que vá haver muita gente para cobrar, mas dívida é dívida, e estou aqui para quitá-la. Com quase uma quaresma de atraso, vou escrever, no Domingo de Ramos, sobre a viagem que fizemos no carnaval. Parte dela, aliás: Atenas (Αθήνα em grego sou muito poliglota ok).
Atenas dispensa longas apresentações. É a Capital da Grécia, berço da Democracia e da Civilização Ocidental. Hoje em dia, é uma das cidades mais visitadas do Mundo, por conservar boa parte das construções que vivenciaram esses importantes momentos da História.

Templo de Zeus e Acrópole ao fundo
O primeiro destaque, para mim, é a receptividade das pessoas nas ruas. Surpreendentemente, não tivemos qualquer problema de comunicação mesmo sem (obviamente) falar nem uma palavra em Grego. A grande maioria das pessoas fala um inglês bastante razoável, e em lugares de maior concentração de turistas, havia uns quantos que falavam em um portunhol muito digno.
Não é necessário falar muito sobre as atrações turísticas da cidade. Pelo menos um dia e meio é o tempo necessário para visitar todas os monumentos antigos. O grande destaque é a Acrópole, coroada pelo incrível Partenon, uma das obras mais reconhecidas em toda a história da Humanidade.
Fugindo um pouco do óbvio, há passeios interessantíssimos que nem sempre estão nos programas de quem visita a cidade. Por sorte, tínhamos uma guia informal na cidade, a Flávia, também bolsista do Programa Alban, que faz um estágio na Acrópole. Ela nos levou ao monte Licavitos, que tem as melhores vistas da cidade.

Haydée, eu e Flávia no alto do Licavitos
Para quem gosta de esportes, Atenas tem algumas atrações muito interessantes. A principal é o Estádio Panathinaiko, sede da primeira edição dos Jogos Olímpicos da Era Moderna, em 1896. Além disso, há, no distrito de Irini (facilmente acessível por metrô) o parque Olímpico de 2004, com todas as modernas estruturas construídas para os Jogos daquele ano.
A cidade é relativamente pequena, e a grande maioria das atrações está concentrada em uma área que pode ser percorrida a pé sem maiores problemas. Nessa área (cujo nome eu não lembro, claro, mas é o centro da cidade, perto da praça Syntagma, onde fica o Parlamento Grego), há várias ruas muito interessantes, com lojas, cafés e restaurantes tradicionais. Aliás, Atenas pode ser considerada uma cidade "barata", se comparada com outras capitais europeias, e isso inclui os restaurantes. Come-se bem pagando um preço justo.

Vende-se de tudo - tudo MESMO - na feira aos domingos
Nessa mesma região (perto também da praça Monastiraki), aos domingos, há uma feira muito interessante. A foto acima mostra uma pequenina parte dos produtos que lá são vendidos, de escafandro a gramofone.
Infelizmente não tivemos tempo (e esse tempo pode ter umas três conotações: "tempo $$", tempo, tempo "clima", enfim) para visitar as famosas ilhas gregas, que praticamente só "existem" no verão. Mas fica para outra hora. E Atenas, sozinha, vale a viagem.
Atenas dispensa longas apresentações. É a Capital da Grécia, berço da Democracia e da Civilização Ocidental. Hoje em dia, é uma das cidades mais visitadas do Mundo, por conservar boa parte das construções que vivenciaram esses importantes momentos da História.

Templo de Zeus e Acrópole ao fundo
O primeiro destaque, para mim, é a receptividade das pessoas nas ruas. Surpreendentemente, não tivemos qualquer problema de comunicação mesmo sem (obviamente) falar nem uma palavra em Grego. A grande maioria das pessoas fala um inglês bastante razoável, e em lugares de maior concentração de turistas, havia uns quantos que falavam em um portunhol muito digno.
Não é necessário falar muito sobre as atrações turísticas da cidade. Pelo menos um dia e meio é o tempo necessário para visitar todas os monumentos antigos. O grande destaque é a Acrópole, coroada pelo incrível Partenon, uma das obras mais reconhecidas em toda a história da Humanidade.
Fugindo um pouco do óbvio, há passeios interessantíssimos que nem sempre estão nos programas de quem visita a cidade. Por sorte, tínhamos uma guia informal na cidade, a Flávia, também bolsista do Programa Alban, que faz um estágio na Acrópole. Ela nos levou ao monte Licavitos, que tem as melhores vistas da cidade.

Haydée, eu e Flávia no alto do Licavitos
Para quem gosta de esportes, Atenas tem algumas atrações muito interessantes. A principal é o Estádio Panathinaiko, sede da primeira edição dos Jogos Olímpicos da Era Moderna, em 1896. Além disso, há, no distrito de Irini (facilmente acessível por metrô) o parque Olímpico de 2004, com todas as modernas estruturas construídas para os Jogos daquele ano.
A cidade é relativamente pequena, e a grande maioria das atrações está concentrada em uma área que pode ser percorrida a pé sem maiores problemas. Nessa área (cujo nome eu não lembro, claro, mas é o centro da cidade, perto da praça Syntagma, onde fica o Parlamento Grego), há várias ruas muito interessantes, com lojas, cafés e restaurantes tradicionais. Aliás, Atenas pode ser considerada uma cidade "barata", se comparada com outras capitais europeias, e isso inclui os restaurantes. Come-se bem pagando um preço justo.

Vende-se de tudo - tudo MESMO - na feira aos domingos
Nessa mesma região (perto também da praça Monastiraki), aos domingos, há uma feira muito interessante. A foto acima mostra uma pequenina parte dos produtos que lá são vendidos, de escafandro a gramofone.
Infelizmente não tivemos tempo (e esse tempo pode ter umas três conotações: "tempo $$", tempo, tempo "clima", enfim) para visitar as famosas ilhas gregas, que praticamente só "existem" no verão. Mas fica para outra hora. E Atenas, sozinha, vale a viagem.
segunda-feira, 16 de março de 2009
Paris again!
Ok, não vim aqui falar sobre Itália e Grécia, nossa última viagem. E hoje partimos pra Paris, pela segunda vez. Mas essa viagem tem um motivo especial: Olga, mãe do Felipe, veio nos visitar e vamos aproveitar para levá-la a Paris, cidade que ela sempre quis conhecer.
Na volta, quem sabe, eu escreva aqui sobre a última viagem. Atenas vale um mega post, principalmente em relação à comida!
Sexta estamos de volta, prometo!

Eu, Felipe e Olga no Miradouro no bairro do Castelo em Lisboa.
Na volta, quem sabe, eu escreva aqui sobre a última viagem. Atenas vale um mega post, principalmente em relação à comida!
Sexta estamos de volta, prometo!

Eu, Felipe e Olga no Miradouro no bairro do Castelo em Lisboa.
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